Comparação
| Planilha | Software de gestão de obras | |
|---|---|---|
| Custo de entrada | Zero | Assinatura |
| Flexibilidade | Total | Dentro do que o sistema faz |
| Quem alimenta | Normalmente uma pessoa no escritório | O campo, pelo celular |
| Várias obras | Um arquivo por obra | Todas numa tela |
| Histórico e autor | Difícil de garantir | Cada registro com data e autor |
| Onde está o atraso | Exige análise manual | Mostrado por lugar e por serviço |
| Risco de erro | Fórmulas quebradas, versões diferentes | Regras fixas e validação |
Sinais de que é hora de trocar
- A construtora passou de uma para várias obras simultâneas.
- O relatório do mês leva dias para fechar.
- O atraso aparece no fechamento, e não na semana em que começou.
- Ninguém confia no percentual da planilha.
- O diretor liga para o engenheiro para saber como está a obra.
O custo escondido da planilha
A planilha parece grátis, mas consome horas do engenheiro todo mês e, principalmente, atrasa a descoberta dos problemas. Um mês de atraso descoberto tarde custa canteiro, equipe e, às vezes, multa contratual. Esse é o número a comparar com o preço de um sistema.
Não é tudo ou nada
Muitas construtoras mantêm planilhas para análises específicas e usam o sistema para o registro diário e o acompanhamento. O importante é que a fonte da verdade seja uma só.