Por que o campo não alimenta sistema
Sistema de obra costuma falhar no mesmo ponto: o mestre de obras não usa. As telas são feitas para escritório, pedem login a toda hora, travam sem sinal e exigem digitar. O resultado é o caderno, o grupo de WhatsApp e o engenheiro passando tudo a limpo no fim do dia.
Os quatro botões
| Botão | O que registra | Quem usa |
|---|---|---|
| Entregas de hoje | Caminhão chegou, conferido, descarregado | Mestre ou almoxarife |
| Efetivo do dia | Quantas pessoas de cada empreiteira estão na obra | Mestre |
| Avanço | Quanto do serviço foi feito em cada pavimento | Mestre ou encarregado |
| Ocorrência | Chuva, falta de material, acidente, retrabalho, com foto ou áudio | Qualquer um da equipe |
Feito para o canteiro
- Funciona sem internet: guarda tudo e envia quando o sinal volta.
- Pouca digitação: o efetivo de ontem já vem preenchido; o avanço é um controle deslizante.
- Foto e áudio: a ocorrência pode ser um áudio de 20 segundos; a transcrição é feita para você conferir.
- Treino de 10 minutos: se o mestre usa WhatsApp, ele usa o app.
O que o escritório ganha
O engenheiro para de passar caderno a limpo. O diário de obra se monta sozinho com o que foi lançado. E o diretor vê o efetivo e as entregas do dia sem ligar para ninguém.
Um dia do mestre com o app
Às 7h10, o mestre confirma o efetivo: o número de ontem já está preenchido, ele ajusta duas empreiteiras e envia. Às 9h, recebe o caminhão de bloco e marca a entrega. Às 14h, a chuva para a fachada: ele grava um áudio de 15 segundos. No fim do dia, desliza o avanço da alvenaria do 12º para 60%. Menos de cinco minutos no dia inteiro.
Perguntas frequentes
Não para registrar. Ele guarda os lançamentos e envia quando houver sinal.
Sim, pelo navegador do celular, com atalho na tela inicial.
Não. O acesso fica salvo no celular dele, com segurança.