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Solução · copiloto

Pergunte à obra. Ela responde com número e data.

Em texto ou por voz: “Como tá a Torre B?”, “O que falta de material?”, “Alvenaria do 12º em 60%”. O copiloto responde com a fonte e, quando a pergunta vira lançamento, espera a sua confirmação.

2 min de leituraAtualizado em 10/10/2026

O que dá para perguntar

  • “Por que a Torre B atrasou?”: responde com as causas registradas e o ritmo das últimas semanas.
  • “O que pede atenção no estoque?”: lista os materiais abaixo do mínimo e a próxima entrega.
  • “Quantas pessoas da Alvenaria Paraná vieram hoje?”: efetivo do dia, por empreiteira.
  • “O que aconteceu no 12º semana passada?”: medições, ocorrências e diário daquele pavimento.

Regras de ouro

  • Nunca grava sem confirmação. “Alvenaria do 12º em 60%” vira um rascunho de lançamento; você confere e confirma.
  • Nunca inventa número. Se o dado não existe, o copiloto diz que não existe.
  • Sempre cita a fonte. Cada resposta mostra de quais registros veio.
  • A câmera vai até a resposta. Perguntou da Torre B, o 3D mostra a Torre B.

Voz no canteiro

No canteiro, ninguém quer digitar. O mestre pode falar a ocorrência e o avanço; o copiloto transcreve, monta o lançamento e mostra para confirmar antes de gravar.

Exemplo de conversa

“Como tá a Torre B?” — “Torre B com 35% de avanço, 39% previsto: 18 dias de atraso. A estrutura do 9º puxa a data. Fontes: medições da Torre B, efetivo do dia.” Enquanto responde, a câmera vai até a Torre B no 3D. “Alvenaria do 12º em 60%” — o copiloto monta o lançamento e mostra para você confirmar.

Perguntas frequentes

  1. Pode interpretar mal uma pergunta. Por isso ela nunca grava sozinha, sempre mostra a fonte e nunca cria número que não está nos registros.

  2. Não. Os dados de cada construtora ficam isolados e não são usados para treinar modelos.

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