O que dá para perguntar
- “Por que a Torre B atrasou?”: responde com as causas registradas e o ritmo das últimas semanas.
- “O que pede atenção no estoque?”: lista os materiais abaixo do mínimo e a próxima entrega.
- “Quantas pessoas da Alvenaria Paraná vieram hoje?”: efetivo do dia, por empreiteira.
- “O que aconteceu no 12º semana passada?”: medições, ocorrências e diário daquele pavimento.
Regras de ouro
- Nunca grava sem confirmação. “Alvenaria do 12º em 60%” vira um rascunho de lançamento; você confere e confirma.
- Nunca inventa número. Se o dado não existe, o copiloto diz que não existe.
- Sempre cita a fonte. Cada resposta mostra de quais registros veio.
- A câmera vai até a resposta. Perguntou da Torre B, o 3D mostra a Torre B.
Voz no canteiro
No canteiro, ninguém quer digitar. O mestre pode falar a ocorrência e o avanço; o copiloto transcreve, monta o lançamento e mostra para confirmar antes de gravar.
Exemplo de conversa
“Como tá a Torre B?” — “Torre B com 35% de avanço, 39% previsto: 18 dias de atraso. A estrutura do 9º puxa a data. Fontes: medições da Torre B, efetivo do dia.” Enquanto responde, a câmera vai até a Torre B no 3D. “Alvenaria do 12º em 60%” — o copiloto monta o lançamento e mostra para você confirmar.
Perguntas frequentes
Pode interpretar mal uma pergunta. Por isso ela nunca grava sozinha, sempre mostra a fonte e nunca cria número que não está nos registros.
Não. Os dados de cada construtora ficam isolados e não são usados para treinar modelos.