Para que serve
- Pagar empreiteiros pelo que executaram
- Liberar parcelas de financiamento
- Calcular o avanço físico
- Comparar produtividade entre equipes e obras
Critérios que evitam briga
A maioria das divergências de medição vem de critério mal definido. Antes de começar, defina por escrito: unidade (m², m³, ponto, pavimento), o que conta como concluído, como se mede serviço parcial e quem confere.
| Serviço | Unidade comum | Concluído quando |
|---|---|---|
| Estrutura | m³ de concreto ou pavimento | Concretagem executada e desforma liberada |
| Alvenaria | m² de parede | Parede executada, inclusive encunhamento |
| Instalações | pontos ou pavimento | Tubulações e caixas instaladas e testadas |
| Revestimento | m² | Aplicado e aprovado na conferência |
Frequência
Medição mensal é o padrão para pagamento, mas registrar o avanço com mais frequência (semanal ou diária) evita surpresas e torna a medição mensal só uma consolidação.
Boletim de medição
O boletim de medição é o documento que consolida, por período, o que cada empreiteiro executou, a quantidade, o preço unitário e o valor a pagar. Ele deve trazer o acumulado anterior, o do período e o acumulado atual, além da assinatura de quem mediu e de quem conferiu.
Medição de empreiteiros
- Contrate com unidade e critério de medição definidos no contrato.
- Meça junto com o encarregado do empreiteiro, para evitar contestação.
- Registre fotos dos serviços medidos.
- Retenha um percentual até a conclusão e a aprovação do serviço, se o contrato prever.
Medição e avanço físico
A medição de pagamento e o avanço físico usam a mesma informação: o quanto foi executado. Quando são feitas por pessoas diferentes, com critérios diferentes, os números não batem. Unificar o registro evita o retrabalho e as discussões de fim de mês.