Por que a data do cronograma não basta
O cronograma diz quando a obra deveria terminar. Ele não diz quando ela vai terminar no ritmo em que está andando. A diferença costuma aparecer tarde, quando o atraso já empurrou a entrega das chaves e o cliente, o banco e o comprador já foram avisados de uma data que não vai acontecer.
Como a previsão é feita
- Para cada serviço, o Vervee mede o ritmo real das últimas semanas: quantos pavimentos de estrutura, de alvenaria, de instalações por mês.
- Projeta o que falta com esse ritmo, respeitando a sequência: a alvenaria de um andar só começa depois da estrutura dele.
- Calcula uma faixa: data otimista, provável e pessimista, conforme a variação do ritmo.
- Mostra as premissas, como “ritmo de estrutura das últimas 6 semanas” e “equipe atual mantida”.
O atraso não para no pavimento
Uma laje atrasada empurra a alvenaria, que empurra as instalações, que empurram o acabamento e a entrega. A previsão mostra esse efeito em cadeia: quantos dias de atraso na estrutura viram quantos dias na data final. É a base para decidir se vale reforçar a equipe agora ou renegociar o prazo.
Marcos previstos e prováveis
Os marcos do contrato, como fim da estrutura, habite-se e entrega das chaves, aparecem com duas datas: a prevista no cronograma e a provável pelo ritmo real. Quando a provável passa da prevista, o aviso das 7h avisa.
Exemplo
A estrutura da Torre B precisa de 3 pavimentos por mês para terminar no prazo, mas fez 2 por mês nas últimas seis semanas. O Vervee projeta o fim da estrutura cerca de um mês e meio depois do previsto, calcula o efeito na alvenaria e nas instalações e mostra a nova data provável de entrega, com a faixa e a premissa usada.
Perguntas frequentes
Ela precisa de um plano. Se a obra não tem cronograma, o Vervee propõe um plano por linha de balanço a partir do início, da entrega e do ciclo de laje, e você ajusta.
Quanto mais semanas de avanço registrado, mais estreita a faixa. Com poucas semanas, a faixa fica larga, e o Vervee mostra isso em vez de esconder.